Centro Dragão do Mar – Programação cultural 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2020

FUNCIONAMENTO DO CENTRO DRAGÃO DO MAR

Geral: Diariamente das 8h às 22h

Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h.

Cinema do Dragão: de terça a domingo, das 14h às 22h. Ingressos: R$ 14 e R$ 7 (meia). Às terças-feiras, o ingresso tem valor promocional: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

Museus: de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados e domingos, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Acesso gratuito.

Multigaleria: de terça a domingo, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Acesso gratuito.
Planetário: de quinta a sexta, sessões às 18h e às 19h; e aos sábados e domingos, às 17h, 18h, 19h e 20h. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

OBS.: Às segundas-feiras, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura não abre cinema, cafés, museus, Multigaleria e bilheterias.

Programação completa no site www.dragaodomar.org.br

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►[CINEMA] MOSTRA RETROEXPECTATIVA 2019/ 2020


Segue até 29 de janeiro a programação da 6ª edição da Mostra Retroexpectativa no Cinema do Dragão. Encerrando a mostra, dia 29, às 20h, haverá a estreia de “Três Verões’ e debate com a realizadora do filme Sandra Kogut. Confira abaixo a programação dos últimos dias:

 SEGUNDA-FEIRA (27)

14h – Estou me guardando para quando o carnaval chegar (sala 1)

14h40 – O Farol (sala 2)

16h – A árvore dos frutos selvagens (sala 1)

17h30 – Bacurau (sala 2)

19h40 – Estreia ” Uma mulher alta ‘ (sala 1)

20h – Superoutro (sala 2)

TERÇA-FEIRA (28)

14h – Lembro mais dos corvos (sala 1)

14h – Estreia ‘Sócrates ‘ (sala 2)

16h – Fevereiros (sala 1)

16h – O Farol (sala 2)

18h – Estreia ‘Atlantique´ (sala 1)

18h – O planeta fantástico (sala 2)

20h – Estreia ‘Inaudito’ (sala 1)

20h – Estreia Chão (sala 2)

QUARTA-FEIRA (29)

15h – Em trânsito (sala 1)

15h – Divino Amor (sala 2)

17h – Estreia ‘O Mal não espera a noite: Midsommar ‘(sala 2)

17h30 – Estreia ‘Uma mulher alta’ (sala 1)

20h – As Diabólicas (sala 1)

 20h – Estreia ‘Três Verões’ + Debate com Sandra Kogut (sala 2)

6ª edição da Mostra Retroexpectativa, até dia 29 de janeiro no Cinema do Dragão (Salas 1 e 2), das 14h às 22h, de segunda a sexta. Ingressos: R$ 14 (inteira) e R$ 7 (meia). Terça-feira promocional: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Clássicos: R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia). 


► [TEATRO] Espetáculo Despejadas – Nóis de Teatro

O espetáculo “Despejadas” é junção de passado, presente e um grito de existência pro futuro. Inspiradas no livro “Quarto de despejo”, de Carolina Maria de Jesus, as mulheres do Nóis de Teatro se colocam em discussão na busca dos paralelos possíveis entre as favelas da autora, nos anos 1960, e as de hoje. Em cena, três atrizes lançam as suas complexidades em jogo, três gritos urgentes conduzem o público por um caminho de dores e resistência, muitas Carolinas se encontram em suas inquietações sobre o que é ser mulher nas periferias da cidade.

     Dia 28 de janeiro, às 20h, no Teatro Dragão do Mar / Gratuito / Classificação 14 anos / Retirada de ingressos 1h antes do espetáculo


►[TEATRO] Espetáculo Corpos Embarcados – Companhia Barlavento

“Quem embarca? Quem fica? Quem vem? Já são horas de embarcar…”

Corpos Embarcados faz parte de um projeto de pesquisa e criação a partir das memórias do Fandango Cearense, dança dramática do ciclo marítimo, que narra em seu enredo aventuras e conflitos de uma embarcação. No Ceará podíamos encontrar a manifestação entre pescadores da Praia do Mucuripe em Fortaleza e em outras cidades litorâneas do estado. Hoje a brincadeira está somente na memória de brincantes, antigos moradores do bairro e em estudos e registros de alguns pesquisadores. No espetáculo a companhia busca aproximar a brincadeira perdida ao universo da dança e da teatralidade nos espaços cênicos, como forma de favorecer por meio do corpo um encontro entre o saber ancestral e a contemporaneidade.

Dia 29 de Janeiro, às 20h, no Teatro do Dragão do Mar. Gratuito / Livre.

[INFANTIL] Espetáculo  ‘O Pequeno Príncipe’ – Grupo Vemart

Adaptação e direção: Cláudia Valéria 

Inspirado na obra do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, o musical “O Pequeno Príncipe”.

O musical ganhou uma adaptação especial para celebrar os 40 anos do grupo cearense VemArt. Entre as mudanças, o texto foi alterado para uma linguagem na qual as crianças menores poderão compreender, incluindo brincadeiras e músicas, que foram gravadas pelo próprio grupo exclusivamente para a peça.

A adaptação também contou com uma mudança de personagens em relação a obra original. Ao todo são 12, interpretados por quatro atores. O espetáculo terá a duração de uma hora. A peça narra a história de um aviador que, após uma pane em seu avião, acaba parando no meio do deserto do Saara, na África. Perdido e tentando fazer com que seu avião volte a funcionar, antes que sua reserva de água acabe, ele é surpreendido por um menininho com roupas estranhas, cabelo da cor de trigo e que lhe enche de perguntas. O aviador, então, passa a chamar o garoto de Pequeno Príncipe. Para o produtor Jonathan Coutinho, a obra foi escolhida para celebrar os 40 anos do grupo devido as mensagens passadas por Saint-Exupéry, que mesmo depois de 70 anos de publicação, elas ainda são atuais.

Dias 1 e 2 de Fevereiro, 17h, Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) . Livre

[INFANTIL] – Brincando e Pintando- Oficina de Máscaras

Atividades para as crianças ao ar livre na Praça Verde, nesta edição haverá oficinas de máscaras para estimular a criatividade da criançada para o carnaval. 

Dia 2 de Fevereiro, às 16h, Praça Verde. Gratuito. Livre. 

[FEIRA] FUXICO NO DRAGÃO

 Feirinha diferenciada que reúne, a cada edição, vinte expositores de produtos criativos em design, moda e gastronomia.

Dia 2 de Fevereiro, às 16h, Arena Dragão do Mar. Gratuito. Livre. 

►[EXPOSIÇÕES]  MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA -MAC-CE

Ouro Branco – a estrada é escura e arriscada – Artista: Simone Barreto

Corpo, história, gênero, memória, linha, traço, ruína e tempo… Ouro Branco, exposição individual de Simone Barreto é resultado de uma pesquisa em artes visuais que a artista vem desenvolvendo cujo o interesse está nas mulheres que viveram o Ciclo do Algodão no Ceará. Os trabalhos da artista em diversas linguagens tomam como partida relatos orais, narrativas ficcionais e dramaturgias femininas acerca desse momento histórico e econômico do Ceará, que se desenvolveu do século XIX até meados do XX. Simone refaz o traçado da Estrada do Algodão, percorrendo as principais cidades, buscando remontar um álbum a partir da fala feminina e do corpo feminino, um recorte da história do Ceará sobre a falência e a decadência de alguns modos de produção. Uma proposição artística que evidencia aspectos da história e das práticas cotidianas que foram suprimidas da história oficial. Interessa à artista perceber como essas mulheres, dentro de uma estrutura de trabalho rural, puderam se inserir naquela conjuntura por meio de produções têxteis com artesanias (rendas, bordados, labirintos) e como esse embate entre o trabalho rural e o doméstico se estabeleceu e contribuiu para os desenvolvimentos social, econômico e político das cidades. 

Grande Circular – Artista: Samuel Tomé

A exposição Grande Circular parte da pesquisa realizada no ano de 2017 no Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema. Temos o interesse na experiência do coletivo, tendo como referência o percurso realizado por uma linha de ônibus homônima na cidade de Fortaleza. Com um itinerário de aproximadamente quatro horas, essa linha circula a cidade e atravessa suas seis regionais, fazendo paradas em quatro terminais urbanos nos bairros do Siqueira, Messejana, Papicu e Antônio Bezerra. A palavra coletivo expande-se em diversos significados, podendo referir-se ao agrupamento de seres e coisas, ao trabalho desenvolvido por um grande número de pessoas, e ao ônibus em si. Na tentativa de responder ao contexto, desenvolvemos ações que buscam tecer diálogo com essas agitações, pensar de que forma podemos resistir juntos ao potencializar as pesquisas e vozes uns dos outros. Ao desenvolver os trabalhos aqui propostos partimos de mensagens utilizadas em transporte marítimo, que trazem uma ambiguidade ao trânsito terrestre — entre o ônibus e o navio. Em meio a caminhadas, banhos de mar, conversas, a exposição Grande Circular se desenvolve, cria corpo, se multiplica. Ao navegar na cidade e estabelecer uma comunicação que intervêm no circuito cotidiano, propomos aos passageiros e públicos da arte a refletir a cerca das questões que emergem do coletivo.

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Zona de Remanso – Exercícios de permanência – Artista: Linga DC Acácio

“Zona de remanso” define uma porção de água que, ao ocupar um recorte na margem de um rio ou no litoral, forma uma pequena enseada tranquila. Por analogia, a expressão figura também como repouso, algo que teve o movimento cessado. É a partir de ações de resistência e permanência em zonas de remanso no litoral de Fortaleza que o artista cearense Filipe Acácio reúne em sua individual “Zona de remanso”, com curadoria de Galciani Neves, registros de performances, dejetos e desenhos que investigam uma potente tensão entre ir e ficar. A mostra sintetiza uma pesquisa realizada pelo artista entre 2014 e 2017 no litoral de Fortaleza, Ceará, nos muros de contenção construídos entre o mar e a cidade. “Os trabalhos buscam estabelecer uma noção de vizinhança acompanhar o fluxo de marés”, afirma o artista. Como nas séries fotográficas “Detrito” e “Futuro anunciado”, que formam composições de imagens produzidas a partir de mergulhos e da coleta de objetos à deriva. Ou na instalação “O farol, a parede, o porto”, em que o artista discute a resistência do corpo com exercícios de permanências em Serviluz, região portuária no litoral cearense, que registou uma série de chacinas entre 2015 e 2016. A montagem inclui, ainda, desenhos e estudos produzidos durante o processo.

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Desindústria – Artista: Rafael Vilarouca

Nas séries fotográficas, os objetos e espaços desgastados aparecem como símbolos de relações pessoais e de memória coletiva através de uma mescla de documentação e ficção, através de registros fotográficos e posteriores edições digitais. Os desgastes dos objetos fotografados, denotam não apenas a passagem do tempo sobre a ação humana, mas sobretudo o acontecimento dos enredos individuas ou sociais, evidenciando fragilidade, efemeridade, afetos e violências que constituem as relações. A pesquisa também reflete acerca das transformações que reconfiguram constantemente o espaço urbano. A pesquisa feita através de rotas alternativas e marginalizadas pelas cidades busca repensar a relação das pessoas com os objetos e os lugares que ocupa, como numa cartografia de memórias, uma presença capaz de unir e recriar tempos e espaços, como resistência ao abandono. Nesse sentido, utilizando como campos de pesquisa as cidades de Juazeiro do Norte, Icó e Fortaleza, situadas no estado do Ceará, busca-se pôr em evidências dicotomias e paralelismos desses e outros lugares.

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Fóssil Coração de Peixe – Artistas: Lua Alencar, Willian Ferreira, Raquel Gomes, Naiana Gomes

O nome Fóssil Coração de Peixe diz muito das motivações do projeto. Em 2016, um fóssil de peixe com o coração intacto foi encontrado na Chapada do Araripe, no Cariri, reacendendo as máximas do sertão que vira mar e do mar que vira sertão. A metáfora do fóssil diz do coração que fica no sertão, da permanência, daquilo que, assim como a fotografia, cristaliza um recorte espaço-temporal; mas diz também da efemeridade, do que permanece mas não é mais o mesmo, do coração que sobrevive às passagens. Diz da memória e do deslocamento no tempo. O projeto busca evidenciar ao olhar cotidiano esse deslocamento – trazer o sertão para o litoral e levar o litoral para o sertão, desvelando memórias desses trânsitos e também das permanências. O dispositivo usado para promover esse deslocamento é a colagem de fotografias e cartas por meio da técnica “lambe-lambe”, reverberadas depois na produção de vídeo-obras que documentam a colagem e outras imagens do processo ou que se relacionam com os espaços da fotografia transformada em intervenção. A intervenção proposta para a Temporada de Arte Cearense traz inovações para o Projeto. As colagens não serão de fotografias inteiras, como nas experiências anteriores, e sim de recortes fotográficos que buscam diminuir a sensação de distância em relação às imagens. O Projeto surgiu do compartilhamento das inquietações do fotógrafo e videasta Lua Alencar, da escritora e jornalista Naiana Gomes, da ilustradora Raquel Gomes e do fotógrafo e filosófo William Ferreira. As fotografias utilizadas fazem parte do Ensaio Realeza Nordestina, de William Ferreira. Realizado em outubro de 2017 em Santarém, povoado anexo ao Município de Orós, o ensaio contempla moradores do povoado trajando figurinos criados por José Angelo Feitosa, também morador do distrito, inspirados no livro “O Quinze”, de Rachel de Queiroz, e desenvolvidos para a encenação de espetáculo baseado no livro. 

A Ereção da Palavra – Artista: Lívio do Sertão

A ereção da palavra é um projeto composto de sete trabalhos de arte contemporânea em técnicas variadas, como instalação, videopoema e lambe-lambe. Onde todos eles contam com a palavra seja escrita, oralizada ou mesmo codificada, colocando-a como objeto estético. Dotada de novos significados, além dos já impostos pelo código verbal. Outro elemento comum entre os trabalhos são os tensionamentos, como violência versus empoderamento no caso do trabalho ‘cu de bebo’ ou analógico/anacrônico versus digital/moderno como no caso da videoinstalação miolo. Sempre desterritorializando a palavra e a reterritorializando em uma nova realidade, constituída de novas afetividades e significações possíveis. Estes trabalhos são pensados não só tirando a palavra do papel e colocando-a em novos suportes, mas retirando os próprios trabalhos desse espaço esperado, a galeria, e levando-os para dialogar com as pessoas em espaços alternativos, como corredores, escadas e a rua.

ESPAÇO MIX

De Poesia a Periferia tá cheia! – Coletivo Motim

“De Poesia a Periferia tá Cheia!” é uma exposição que dá continuidade ao projeto Mudando o Foco – Oficinas Itinerantes de Fotografia e Audiovisual no Grande Bom Jardim, que teve sua primeira exposição realizada no Centro Cultural Grande Bom Jardim em dezembro de 2017. Essa nova edição tem como novidade a participação do poeta e dançarino Ângelo William, que exprime por meio de suas palavras as várias histórias e diferentes rotinas dos moradores do bairro. Ângelo possui uma obra literária que se mescla tão bem à poesia imagética gerada pelos fotógrafos do projeto Mudando o Foco, que resolvemos nos unir e criar uma exposição de múltiplas linguagens. Sendo assim, cada fotografia do projeto está acompanhada da poética de Ângelo.
Serviço até 2 de Fevereiro de 2020

De segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h às 23h.

Acesso gratuito.

Varanda dos Museus

Rotas – Artista: Régis Amora

O projeto Rotas, do fotógrafo Régis Amora, pretende traçar a partir da ocupação de espaço externo do centro Dragão Mar, um paralelo entre as possibilidades de construção de narrativa na fotografia contemporânea, apresentando ao público o processo de confrontamento entre duas materialidades distintas. Para a ocupação, o artista Régis Amora utilizará como ponto de partida os fotozines de sua autoria lançados pelo selo editorial do Descoletivo, coletivo fotográfico o qual fundou e faz parte. Os fotozines, intitulados Rota #1 e Rota #2, têm sua narrativa composta por imagens de arquivos domésticos, presumidamente das décadas de 60 e 70, encontrados na internet a partir de negativos escaneados e disponibilizadas para consulta e download em bibliotecas digitais. A ocupação do espaço externo do centro cultural consiste em expor nas paredes um novo arranjo do conjunto de imagens dos dois fotozines, em papel fotográfico e em tamanho superior ao dos fotozines, emulando a possibilidade de uma exposição a partir deste trabalho. Os fotozines estarão à disposição do público para consulta em dois totens estrategicamente localizados frente à cada conjunto de imagens. O artista deverá, durante os 45 dias de ocupação do espaço, realizar alterações, sem aviso prévio ao público, da ordem das imagens, num constante jogo de edição e experimentação de narrativa.

Serviço

Até 9 de Fevereiro de 2020

Visitação: De terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados e domingos, das 14h às 21h (acesso até as 20h30).
Acesso gratuito.

MULTIGALERIA

Folclore em Cena

O “Folclore em cena” é fruto da cobertura fotográfica do Festival Internacional de Folclore do Ceará, evento esse que reúne por ano mais de 500 artistas de cultura popular em cada edição. Montagem da exposição ’’Folclore em Cena” sob os olhares de fotógrafos convidados para difusão e circulação no mês da cultura. 

Até 8 de Fevereiro de 2020.

De segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h às 23h.

Acesso gratuito.

Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1VUYoM6BU-OL7x-5sSzFYI2DeOGryhDiR

PLANETÁRIO RUBENS DE AZEVEDO

O Planetário Rubens de Azevedo reabre ao público com novidades na programação e modernização tecnológica. Nele, foi instalado equipamento de última geração: o Zeiss modelo Skymaster ZKP4 LED com projetores digitais VELVET DUO de alta resolução, o  mais moderno planetário da América Latina.

Novas Sessões em janeiro e fevereiro de 2020

Às Quartas, Quintas e Sextas: 18h, 19h e 20h.

18h – ABC do Sistema Solar ( sessão infantil )

19h – A Lenda da Princesa Acorrentada ( sessão juvenil – adulto )

20h -Visões dos Cosmos (sessão infanto – juvenil – adulto )

Sábados e Domingos: 17h, 18h, 19h e 20h.

17h – ABC do Sistema Solar ( sessão infantil )Viagem no Foguete de Papel ( sessão infantil )

18h – A Lenda da Princesa Acorrentada ( sessão juvenil – adulto )

19h- A Procura pela Vida – Estamos Sozinhos? (Sessão Juvenil- Adulto);

20h – A luz e o Berço da Vida (Sessão Juvenil- Adulto).

Sinopses:

ABC do Sistema Solar : Três crianças estão observando as estrelas quando percebem uma “estrela cadente” e logo uma delas faz um pedido: o desejo de fazer uma viagem até a Lua.

De repente, as crianças são teletransportadas para uma nave espacial chamada “Observador”. Após superar o medo inicial, elas fazem uma rica viagem pelo Sistema Solar visitando os planetas. Tudo em projeção Full Dome (em toda a cúplua – 360º x 180º).Durante a viagem, elas são teletransportadas para Marte e também Vênus, e passam por dentro dos anéis de Saturno. No final, fazem uma perigosa aproximação do Sol. Fantásticos efeitos especiais!

A Lenda da Princesa Acorrentada- Fascinante sessão programada para o público Infanto Juvenil, aborda a história mitológica das constelações.

Com imagens de altíssima resolução, a sessão apresenta objetos astronômicos como Nebulosas, Galáxias e Buracos Negros localizados nas constelações abordadas. Todas as projeções são Full Dome (em toda a cúpula 360º x 180º).

A Procura pela vida, estamos sozinhos? -Essa sessão de planetário aborda essa pergunta intrigante. Enquanto os humanos contemplarem o cosmos, nos perguntamos se estamos sozinhos no universo. As mitologias antigas e a ficção científica contemporânea apresentaram respostas imaginativas, mas como a ciência moderna aborda essa questão?

A luz e o Berço da vida – Conta a história da evolução do universo e do mundo – do Big Bang até hoje. Uma abordagem filosófica das origens do espaço e da nossa vida.

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

Devem ser adquiridos antes da sessão, na bilheteria do Planetário

Agendamento de escolas

No site: https://www.planetariorubensdeazevedo.com.br/ , no link “Agendamentos”.

Mais informações 85 3488.8639