Mileide Mihaile ajusta a rotina para acompanhar as aulas remotas do filho Yhudy

Horário e local específicos para as aulas e ajustes no formato de trabalho, estão entre as mudanças

No Ceará, assim como em todo o País, crianças e adolescentes tiveram as aulas presenciais substituídas por virtuais, devido à pandemia do novo coronavírus. A digital influencer Mileide Mihaile conta os ajustes que precisou fazer para manter a rotina de estudos do filho Yhudy Lima, de 09 anos, que está no 4º ano do ensino fundamental.

A escola do menino adotou plataformas online para aplicar aulas e exercícios aos alunos e Mileide faz questão de acompanhar tudo, ajudando-o nas atividades. “Ele continua estudando todas as matérias, tem contato direto com os professores e está cumprindo todos os deveres do colégio. Fico ao lado dele durante as aulas virtuais, principalmente neste período de adaptação”, diz Mileide.

Mileide também continua sua rotina de trabalho, em regime home office. Por meio do computador, ela segue coordenando sua equipe e cuidando dos negócios durante a quarentena. “Enquanto ele estuda no computador dele, fico no meu resolvendo algumas pendências do trabalho, mas sempre de olho em tudo. Quem é mãe sabe como está sendo se desdobrar para dar conta da carreira e dos filhos, principalmente neste período. Está sendo desafiador, mas está dando certo, estou conseguindo acompanhar de perto o aprendizado do pequeno. Me orgulho muito do Yhudy, ele não coloca obstáculos para o novo. Ele vai lá e faz. Simples assim”, complementa a empresária.

Para estar mais presente na nova dinâmica de estudos do filho, Mileide conta que precisou fazer algumas adaptações na rotina. Entre elas, definir um horário específico para as atividades; escolher um lugar na casa em que pudessem se concentrar e trocar aprendizados. “Yhudy é muito inteligente, aprende tudo muito rápido. Agora que as aulas voltaram, ele sabe que primeiro vêm as obrigações da escola e depois as brincadeiras. Ele está se saindo bem, apesar das saudades dos coleguinhas e professores. Vamos nos adaptando e deixando fluir, sem deixar de torcer para que tudo isso passe e consigamos todos voltar às nossas vidas normais”, finaliza.